segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Invenções inventivas e inusitadas

Quando dizemos que a necessidade é a mãe das invenções e que a inovação é sua filha algumas pessoas não entendem, em minha andadas ociosas pela net, descobri, que alguns designers analizaram objetos triviais e fizeram uma remodelagem, melhorando não apenas sua aparência como sua utilidade e até mesmo questões ergonômicas, ou de nada valeria a evolução na área do design. Onde, desde seus primordios a única preocupação do designer era a de buscar uma solução formal e esteticamente agradável e só depois nas primeiras décadas do século XX, o funcionalismo foi um princício do design proposto e adotado por movimentos de paises centrais da Europa, especialmente a Alemanha.

Segundo eles, devia-se desenvolver uma lingaguem formal própria à tecnologia industrial, ou seja, ajustar a forma à seu modo de funcionamento, o resultado disso foi a melhora na qualidade dos projetos de design. O que pode ser definido nessa época é que não bastava mais o objeto ser apenas bonito ele deveria ser funcional, e após a II Guerra Mundial houve a consolidação da ergonomia, mais um ponto a ser pensado nos projetos de design: a adequação ao usuário.

Nos dias de hoje, quando um produto (entenda-se produto por qualquer que seja o resultado final de um projeto de design, seja máquina, impresso, brinquedo, ou até mesmo uma joia) é feito são levados vários critérios em consideração, dentre eles os que citei aqui: ser formalmente agradável (não necessáriamente bonito), ser funcional e ter uma boa interface. Mas atualmente ainda existe um outro critério que foi inserido nesse contexto, o de significado.

O produto é e sempre foi carregado de significados isso porque desde sua produção ele carrega características da cultura e tecnologia, e assim que começa a circular entre as pessoas ele também vira um objeto de comunicação, ele não porta apenas informações a respeito dele e de sua produção e etc, mas vira um suporte de mensagens do próprio usuário, mas também para as outras pessoas que estiverem ao seu redor. Parafraseando Lucy Niemayer "O produto difunde valores e características culturais no âmbito que atinge."

'Diga-me o que usas que te direi quem és'

E finalmente vejamos alguns dos produtos que tanto me inspiraram a escrever este post.



Como falei no início deste post, a necessidade é a mãe das invenções, e é cada vez maior o número de empresas que investem no design e criam "novos" mercados, ou simplesmente ampliam a segmentação de seus produtos com soluções criativas como a vista na imagem acima.



Outras empresas já se aproveitam para desenvolver propagandas divertidas, mas que marcam, seu público, quem não se lembraria dessa propaganda acima?


Outras soluções são ainda mais interessantes e praticas por assim dizer, nãoprecisa mais sair da poltrona para ser seus livros preferidos, sem falar que economizaria um belo espaço na estante. XDDD


Uma outra solução bastante criativa e divertida, o copo com a marca da mão em baixo relevo, facilitando sua pega, e evitando que deslize quando molhado.



Servir dois copos de água não serão mais problema com essa garrafa.


E esse é destinado àquele que adoram cantar debaixo do chuveiro, pode parecer algo bobo, mas certamente vende aos montes, afinal as pessoas gostam de coisas diferentes e originais. (Eu gosto, você não?)



Nem preciso explicar esse né? XD



E para quem está se sentindo acima do peso, esse novo cinto é um belo acessório para ajudá-lo(a) a se manter na dieta, pois veria claramente a redução na medida do manequim.

E mais uma vez falando em forma, ergonomia e interface, essa escada, perdeu a aparência comum, e poderia com facilidade ser guardada mesmo na sala como um item de decoração, mais versatilidade e inovação que isso?



Uma xícara bem diferente para os amantes do cafezinho, com três "asas"...


Mr. Iu

2 comentários:

Rebecca Agra disse...

kkkkkkkk! vou comprar a esponja-microfone pra Gustavo!

XD

Blog@Dois disse...

Hahhahhaha, ta vendo, sempre tem uma utilidade ^^

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